Vivemos numa sociedade a cada dia mais competitiva Cada vez mais lutamos por um espaço cada vez menor. As nossas necessidades básicas, como habitação, alimento, saúde, educação e emprego, já não conseguimos conquistá-las com tanta facilidade. E nessa vida de angústia, ansiedade, insegurança e rotinas, muitas vezes procuram-se os agentes químicos como saída: o álcool, para relaxar após um dia tenso; o cigarro, para livrar da ansiedade; um remédio, para dormir, porque não se consegue "pegar no sono"; um outro para emagrecer, porque não faz uma dieta saudável; a maconha, porque todos os amigos usam e, se não usar, fica-se sem companhia ou excluído do grupo; a cocaína, porque só maconha já não satisfaz.Só que as pessoas, muitas vezes, não entendem que essa saída é o mesmo que se atirar em alto-mar sem saber nadar, porque o navio está pegando fogo. Vai morrer de qualquer jeito. O que precisamos entender é que as pessoas que se drogam são usadas pelo interesse dos grandes empresários, políticos e traficantes. Servimos de objeto para enriquecê-los. E essa busca de felicidade é falsa, transitória, ilusória, destruidora. É um caminho sem volta.
Dia Nacional da Juventude 2010
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
A Igreja perante as Drogas
A Igreja sempre esteve atenta ao problema das drogas. Pe. Haroldo trouxe há 35 anos a primeira comunidade terapêutica para o Brasil. Pe. Mario Picchi instalou a primeira na Itália há 45 anos.
Em 1984, a Santa Sé, promoveu encontro mundial de comunidades terapêuticas católicas. Dizia João Paulo II, naquela ocasião: “Hoje o flagelo da droga torna-se perverso em formas cruéis e dimensões impressionantes, superiores a muitas previsões”[1].
Em 1984, a Santa Sé, promoveu encontro mundial de comunidades terapêuticas católicas. Dizia João Paulo II, naquela ocasião: “Hoje o flagelo da droga torna-se perverso em formas cruéis e dimensões impressionantes, superiores a muitas previsões”[1].
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